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Perdidos no Espaço | Netflix investe em efeitos práticos para criar nova versão da série clássica

Visitamos o set da produção no Canadá
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É seguro dizer que os sets de gravação mudaram muito ao longo dos anos. Enquanto tudo costumava ser extremamente manual nos primórdios, os avanços tecnológicos permitiram a criação de mundos extraordinários através de plataformas digitais, trazendo um mundo verde e azul de imaginação aos estúdios. Porém, mesmo com o acelerado progresso dos softwares de computação gráfica, o bom e velho set prático segue sendo imbatível - e visitar os bastidores de uma produção que abusa dos elementos construídos é muito mais impressionante do que passear por um gigantesco galpão cercado de cortinas verdes.

Perdidos no Espaço (Lost in Space), a nova versão da série homônima dos anos 1960, traz a perfeita mistura de ambas as tecnologias. A convite da Netflix, o Omelete visitou os estúdios em que a série foi gravada, em Vancouver, no Canadá, e passeou por dentro da sala principal da nave Júpiter 2, da cabine de controle, conheceu a garagem, o veículo exploratório, a nave de resgate e muitos outros ambientes da série futurista - além de um gigantesco espaço arredondado repleto de panos verdes que serviu de fundo durante as expedições da família Robinson.

Como Perdidos no Espaço é majoritariamente ambientada no espaço, a expectativa era realmente encontrar muita tela verde e pouco espaço construído ao chegar nos grandes galpões que foram casa da produção ao longo dos seis meses de produção da primeira temporada. No entanto, os sets práticos não só eram imensos como também eram praticamente todos interligados. Na maioria das vezes, os sets são construídos separadamente para que as câmeras tenham acesso mais fácil aos atores, mas aqui o veículo de exploração terrestre andava e realmente entrava e cabia na garagem; a sala principal da Júpiter realmente dava acesso à ponte de comando e portas que não deviam levar a lugar algum realmente davam acesso a um corredor externo.

Devido a visita ter acontecido praticamente um ano antes da série estrear (fui a Vancouver em maio de 2017), muito pouco foi revelado sobre os detalhes da trama, mas tive a oportunidade de ver de perto todos os uniformes e roupas táticas da família, que têm uma lógica extremamente detalhada e bem pensada por trás de cada um de seus utensílio. Cada vestimenta tem seu motivo e intenção, além de servir ao propósito maior de unificar os Robinson e classificar grupos de personagens para que haja familiaridade do espectador com a narrativa.

No entanto, um dos segredos que ficou guardado a sete chaves durante toda a visita - apesar de ser um dos assunto mais importantes, que permeava o maior número de perguntas vindas dos jornalistas ali presentes -, era o robô. Pouco foi dito sobre a criatura e apenas artes conceituais nos foram mostradas, mas o designer de produção Burk Sharpless preparou uma apresentação completíssima sobre todo o desenvolvimento dos visuais da série e deixou claro que a ideia do robô era que ele fosse um ser diferente, que misturasse mecânico e orgânico, mas o mistério foi mantido para que a essência do personagem não se perdesse e qualquer informação adicional teria de ser descoberta assistindo ao programa.

Tratando-se de um reboot, todo o elenco de Perdidos no Espaço também prestou uma certa atenção ao material original, mas a intenção foi usar a série somente como apoio, criando novos personagens e trazendo novas experiências ao universo. Apesar de manter a estrutura familiar, a produção escolheu por transformar Dr. Smith, um homem originalmente, numa mulher. Parker Posey foi a escolhida para interpretar o papel e se disse satisfeita com a mudança, principalmente pelo fato dela ser fã dos episódios originais e ter a possibilidade de explorar novas ideias, trazendo elementos diferentes para a personagem.

Na maioria das visitas a sets que fazemos, sempre há um momento em que levam os jornalistas para assistir à gravação de uma cena - o que não aconteceu aqui. No entanto, ver esses ambientes tão espaçosos e ouvir elenco e equipe falando com tanto carinho e apreço pela produção já se fez suficiente para entender que não é qualquer coisa que vem por aí. A primeira temporada de Perdidos no Espaço já está disponível na Netflix.

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Isso é verdade, um saco como ela consegue manipular todo mundo tão facilmente.

Aquela velha trama do "vilão" que faz tudo manipula todo mundo como se fosse uma carta de yugi-o que reduz o qi de quem está a sua volta em 90 pontos. Achei a trama genérica. Esperava mais originalidade :T

Mas essa questão de ter gente demais provavelmente é só nessa introdução com a primeira temporada , se vc assistir até o episódio final vai ver que mostra que provavelmente a próxima vai ser só alguns personagens !

Pode ser que quem não assistiu a série toda NÃO DEVE LER esse comentário; tem uma parte lá pelos últimos episódios onde lembra muito o Filme um Lugar silencioso, com eles tendo que ficar em silêncio para não serem atacados !!

Hj em dia com esse negócio de empoderanento estão colocando pra lascar em alguns casos, mas eu já assisti tudo e o negócio melhora!

Kd a crítica da série ? Assisti e achei muito boa

Era muito fã da série na década 70, até o tema de abertura empolgava. O grande problema da série clássica era o tom de comédia que imprimiram ao longo dos episódios, por conta dos rejeitos caricatos do Jonathan Harris (Dr Smith). Está nova versão, aproveitando as personagens como pano de fundo, até onde assisti, tem mantido um bom ritmo. Concordo com a comparação com os 100, acho que tem gente demais. O foco tem que ser na família, como no original e os encontros com alienígenas. Gostei do robô. Acho que aquela cena dele preso na árvore sem conseguir se livrarli sozinho é a chave para entender porque Will conseguiu conexão com ele, o robô deve ter tratador, pedido sua programação original... Provavelmente as coisas vão retornar aos poucos e vamos ter situações tensas. Dra Smith está ótima, uma sociopata de dar raiva. Até o momento, muito satisfeito.

Rita Repulsa ja tem! Kk.. Pois é, esse encontro do boy com o robô é a base de todo o relacionamento q virá na serie. Foi td muito ao acaso, e poderia ter tido menos furos, mas agora ja foi, dá p curtir.

Da pra fazer inseminação artificial também. Leva um monte de mulher e uns potes de esperma/embriões, aí você vai ter a variação genetica necessária. O plano B de colonização no Interestellar ia ser um negócio assim.

Continua assistindo até o final. Episódio 10 foi excelente!

Uau, já eu não concordo nada que você escreveu! Para mim os episódios só foi melhorando cada vez mais e o garoto Will Robinson é muito carismático o coração da série!

vilão de power rangers foi ótima! E tem outra, quando o robô ta preso no galho ele tenta agarrar (ou arranhar, sei lá) o Will. Pra que isso se ele simplesmente podia atirar?

Já assisti uns cinco e parece que o negócio vai caindo de qualidade. Ficando chato. Esse Will Robinson ai ta mais pra mimado e burro do que outra coisa.

Vai misturando com os quinze das outras colônias.

É.....mas como as crianças poderão aumentar a população se são todas irmãs? o certo é meio a meio de home e mulheres....

Acho que don west vai se juntar ao grupo e a galinha vem de brinde....kk

Não entendo pq disseram que a Netiflix tá falida e ele continua investindo alto em seriados tão caros....espero que continue bem e lucrando, pois nós só teremos a ganhar.....

Digamos que o robô ficou desorientado quando ficou pela metade preso na arvore quando sua nave caiu...mas existe muito misterio sobre pq ele estava atacando a estação espacial e a dra smith reconheceu ele: chantagem á vista!!

Ótimod pontos! 4. Sacanaagem nao cheguei ate o final kkk. Mas agora empolguei pelo menos!

To ate com pena do "chefe" de familia...o cara eh tratado como lix0 pelo r3sto da familia Mas estava ate gostando...ate começar a aparecer as outras tripulaçoes.

Na boa... é só pra quem não tem outras melhores series como prioridades de assistir... Se não tiver nada pra ver, assista. Tem muitos furos de roteiros pra se relevar... e são muitos episódios repletos deles. Tem muitas semelhanças com The 100... Mas curti a vilã, é uma sociopata que te da raiva.

Cara, boa análise.

1. Achei estranho tbm o robô precisar de ajuda pra sair da arvore, mas relevei isso e deixei passar de boa. 2. tbm concordo, o Don West é um cara legal engraçado, mas as vezes parece que tem uma seta na cabeça dele falando "no futuro irei trair vocês podem ter certeza". 3. ela queria se salvar e a tempestade estava longe de chegar ali era so rajada de ventos, tbm ela adora aproveitar da bondade das pessoas (como odeio ela). 4. kkkkkkk tbm achei estranho, mas é uma serie com muitos efeitos práticos, salva o final que foi puro cgi aquela luta entre robôs que foi foda demais, pela primeira vez vi o robô correndo kkkkkkk. aguardado a segunda temporada kkkkkk

primeira vez que ver a Netflix investir em cenografia e efeitos visuais? viu Marco Polo e Altered Caborn não? kkkk

E bem direta e até meio dramática.

Estou sempre aberto a mudar de opiniao se alguém apontar algo que não reparei. Afinal, como disse, gostei da serie e quero gostar mais! Agora, se for partir p a ignorância como, o menino c nome de banda aí em baixo [q deve editar qdo reparar q passou vergonha], vai perder seu tempo pois vou bloquear na hora. Será uma pena p mim e p vc que se dispôs a parar e me responder, e deve querer q eu leia. Bjs e Abs ;)

Fui muito educado sim e mencionei no PRIMEIRO parágrafo "[se nao viu nao leia]", além de apontar que estou gostando da serie entre outros detalhes positivos, apesar do comment ser SIM uma crítica Pes-so-al. Você não é obrigado a concordar, mas chamar um comment de inútil e escrever com tanta arrogância, apenas mostra uma forte imaturidade.

A série Perdidos no Espaço é muito boa. Vale a pena assistir. Os capítulos estão bem amarrados e, pela primeira vez, vejo a Netflix investindo em cenografia e efeitos especiais, o que foi uma das grandes falhas do serviço de streaming em seriados como Punho de Ferro, no qual Kun Lum -a cidade mística do herói- não foi recriada ou mal foi mencionada. Prende do começo ao fim e a Dra Smith é um ótima (no sentido de interpretação) mau caráter. Estou curtindo muito. Cuidando da casa enquanto vou e volto pra assistir hehe.

Drama com ação media baixa e sem comédia, só piadas sem graças ou aquelas frases forçadas. Está mais para sobrevivência do que ciência, já que maior parte do tempo se enrolam pra sobreviver e quando resolvem "O que é aquilo? Vou te dar uma chance!" usar de ciência. Enfim, dramalhão familiar num planeta perdido com um alien-robô.

Mas na verdade, não eram equipes de exploração e sim de colonização. Eles estavam se dirigindo para um planeta na constelação Alpha Centaury, que já havia sido explorada e que agora seria colonizada... Cada pessoa ali, tinha um tipo de especialidade/habilidade a ser usada em prol do desenvolvimento da colônia.

Também tem o foco na sobrevivência e na ciência! Muito bacana a série!

Estou gostando tb! Mas confesso que estou c/ a "Suspensão de descrença" no máximo. Ta difícil engolir umas coisinhas, tipo...[SE NÃO VIU NÃO LEIA] 1. Por que um robô interestelar com garras afiadas e o fogo do inferno nas mãos precisa da ajuda de um moleke de 10 anos com uma lima p se desprender de um galho? 2. O script soa exagerado e infantil as vezes. Ex: Don West insiste q só esta ajudando pessoas pq "lhe traria vantagens..." e ñ pq é bom. Só falta ele explicar a definição de 'anti-herói' olhando para a camera. 3. Para quê a vilã [adoro essa atriz] fez akela elaborada 'fuga-do-colar' só para trocar um abrigo e proteção de um soldado para vagar sozinha numa tempestade mortal num mundo estranho? 4. Me desculpem, mas salvo a 'cabeça-farol' e as mãos robóticas, achei a forma humanóide desse robô meio tosca. Sou fã d efeitos práticos, e gostei da transformação, mas essas astes de plastico balançando, justo c esses braços popeye pendurados estão mais p vilão de power rangers p mim. Otimos atores, bons sfx, mas nada de mto novo no quesito de roteiro noveleiro "do q será que acontecerá no prox cap." Vou continuar seguindo pois estou curioso do que virá! oops

Gostei da série, mesmo não lembrando quase nada da série clássica, onde só mantiveram os nomes e a premissa de "uma família vivendo aventuras no espaço com um robô". Mas a trama de aventura naquele planeta é bem feita, no sentido em que você sente os perigos na pele dos personagens, e os vínculos familiares, que talvez é o crucial para essa série, é bem desenvolvidos, além da relação do garoto com o robô que é interessante e verdadeiro. As ressalvas só ficam pelo fato de que eu acho que os episódios são longos demais, acho que funcionaria melhor se tivessem de 40 até 50 minutos e assim teriam mais ritmo, e além da Dra. Smith, mesmo sendo uma boa vilã, daquela que você sente raiva quando ela consegue manipular todo mundo e assim se safar sempre, a atriz tem umas expressões que se repetem muito, além dela ter a mania de ficar com a boca aberta toda hora. Mas ainda é uma boa série, foi até agora melhor série de orçamento alto do ano na Netflix, quero muito uma segunda temporada.

Já assisti a dois episodios e gostei muito....o robo ficou duca!!! só resta saber se ele é alienigena mesma e estava na estação espacial destruindo tudo com a espiã , a falsa dra smith: tem muitos misterios nessa trama!!

O planeta me lembrou bastante a pegada Twilight Zone, quando simplesmente usavam cenários terrestres e deixavam o resto a cargo da imaginação da audiência. Esse remake foi uma ótima surpresa. Ansioso pela 2ª temporada.

Jesus é bum garoto transudo que adora ruivinhas...

Finalizei agora (14/04 - 20h) e até que achei divertida. Sou do tempo da série original, e dela só se preserva a premissa, uma família perdida no espaço. O que é bom, a original não resistiu ao tempo quando se fala em entretenimento. De modo geral, gostei dos personagens. Tem os carismáticos, e os nem tanto assim. E tem os apropriadamente desprezíveis. A "Drª Smith" faz um bom trabalho, sem nenhum tipo de "afetação" ou maneirismos engraçadinhos. O roteiro se esforça pra mostrar o quão pragmática ela é, sem que a transforme numa vilã de gibi. No geral, é boa. Essa temporada serviu mais pra situar os personagens e a dinâmica entre eles, o que a deixou parecida com um novelão. O final me deixou com vontade de assistir a 2ª temporada.

Cheguei a conhecer a série original a uns 13 anos atrás, tenho os DVD´s.

Vdd.

Pretessima kkkk

Que isso Jesus? Kkkkkk

Terminei o 2º episódio e estou gostando da série, apesar dos pesares, pois curto muito o tema. Mas algumas coisas são muito forçadas e algumas ações são fazem muito sentido. Por exemplo: O robô (com os seus 4 braços iniciais) poderia facilmente ter se soltado da árvore. Ou a doutora ter abandonado o "abrigo" (seu porto seguro naquele momento) e ir tentar a sorte em meio a uma fuck1ng tempestade, sendo que ela NÃO sabia que o possível resgate estava por perto. Mas enfim, continuarei assistindo, e espero que esses pormenores não incomodem tanto.

Gostei muito dessa série, esperava que ia demorar pra sair algo grande desde Altered carbon, e aí vem essa série que me surpreendeu bastante.

É direta.

Não achei arrastada não. Tanto que eu vi 3 episódios seguidos.

Mais a serie tem aquele pegada netflix arrastada ou é mais direta?

Muito boa essa série. Essa ruivinha da série me deixa babando, pense numa delícia...

preta nao. pretessima.. se maikou jeca aparecesse dancando triller eu ia acreditar que esta vivo.. ta muito melhor que o bigode do super em LDJ..

O foco é ação e drama e algumas tiradas e ironias principalmente entre o pais que estavam praticamente separados. E a Netflix gastou uma grana preta nos efeitos que estão bem legais.

Fo futuro a maioria dos filmes da Marvel vão ter envelhecido extrextremamente mau por causa do grande uso de efeitos, por melhor que nos pareçam hj. Efeitos praticos e digitais combinados são o melhor caminho. Agora os filmes de hj querem construir ate cenarios reais que ja existem so pra economizar tempinhos dos atores.

É ação, é drama, é comédia? O foco é na sobrevivência ou na ciência? Faz um breve parecer aí.

mas essa é a ideia, né véi? heueheu

Depois dessa resposta do Capitão só tenho uma coisa pra falar: Passou vergonha, hein. Hauahaahahahahhaha

Entao...depois da esclarecida do Capitao rodrigo...fica claro que continua sendo empoderamento masculino...kkkkk

Pior que é verdade, kkkk

Kkkk simples né! !!!

Vi 3 episódios e estou curtindo. Ainda bem que a série só usou os nomes dos personagens originais.

Se tu tiver um homem e quinze mulheres, daqui um ano tu tens quinze bebês nessa colônia.

Curti muito os 3 primeiros episódios! Qualidade muito boa!! Só achei o “danger, Will Robinson “ muito fan service, meio fora de hora...

Mas isso se chama empoderamento feminino

Eu to achei que para uma equipe de exploração existe uma quantidade desproporcional de personagens femininos e poucos homens, algo estranho para quem criar uma colonia.

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